Recebemos no dia 22/09 a visita de Edevamilton Oliveira e Osvaldo na Escola para conversar e ver como está o andamento dos Projetos da Escola, inclusive do UCA (Êxitos e Dificuldades) apresentados.
Dia 26/27 de setembro de 2011 – Conferência de Avaliação do Plano Estadual de Educação de MT – CONAPEE, realizado no CEFAPRO de Diamantino e em todos os pólos do MT.
Momento de reflexões, discussões, estudos, contribuições e mudanças na Educação de MT.
Eixo 1 – Qualidade da Educação;
Eixo 2 – Inclusão e Diversidade na Educação;
Eixo 3 – Educação e Mundo do Trabalho;
Eixo 4 – Acesso e Permanência no Ensino Superior;
Eixo 5 – Profissionalização da Educação: Carreira, Salários e Formação Profissional;
Eixo 6 – Gestão Democrática: Do Projeto Pedagógico à Política de Financiamento.
A ESCOLA 25 DE OUTUBRO MARCOU PRESENÇA - EXPONDO E DEFENDENDO AS PROPOSTA DE ARENÁPOLIS, NO QUAL 99% FORAM ACEITAS E APROVADAS PELO GRUPO DO EIXO 1, NO FÓRUM.
PROJETO GAROTO E GAROTA PRIMAVERA - VISA ESTIMULAR, ELEVAR A AUTO ESTIMA DO ALUNO NA ESCOLA. TODOS SOMOS CAPAZES DE FAZER E CONSTRUIR ALGO. BASTA PARTICIPAR E QUERER FAZER.
PROJETO PRIMAVERA NA ESCOLA - Garota e Garoto Primavera dia 23 de Setembro
É hora então de voltar à vida com mais entusiasmo, disposição e dinamismo.
O movimento de translação (deslocamento da Terra em torno do Sol), juntamente com a inclinação do eixo terrestre em 23°27’ em relação ao plano orbital, é responsável pela variação de energia solar que atinge a superfície terrestre em uma determinada época do ano. Esse fenômeno é responsável pelas estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.
A primavera é a estação do ano que tem início com o fim do inverno. No Hemisfério Sul, a primavera começa no dia 23 de setembro e termina no dia 21 de dezembro; no Hemisfério Norte, essa estação inicia no dia 22 de março e termina em 21 de junho.
A principal característica da primavera é o reflorescimento da flora, sendo considerada a estação mais florida do ano. Esse período é marcado por belas paisagens formadas pela natureza, com uma grande diversidade de flores, tais como orquídeas, jasmim, violeta, crisântemo, entre outras. Boa sorte alunos e alunas que irão participar do concurso Projeto Garoto e Garota Primavera da Escola
25 de Outubro - Arenápolis/MT. Profª Silmara Porfírio Veiga
Ora, o que o professor de História/Geografia ensina e deixa ensinar na sala de aula vai muito além da sua especialidade. Daí decorre, o que parece óbvio: a necessidade de articular diferentes saberes no processo de formação. No caso, do professor de História/Geografia, as dimensões éticas e políticas da formação, econômicas, espaço, tempo, relações sociais são extremamente importantes, pois o objeto do ensino de História é constituído de tradições, idéias, símbolos e representações que dão sentido às diferentes experiências históricas vividas pelos homens nas diversas épocas. O profissional deve estar capacitado a discernir criticamente entre as perguntas, as respostas, as modalidades diversas em que a disciplina que escolheu dialoga com o social de que emerge e que a sustenta (em todos os sentidos do verbo sustentar).
Algumas Orientações básicas para estudar Ciências Humanas:
Não existe uma receita exata e que sirva para todos os alunos. O ideal é que cada um aprenda, respeitando suas possibilidades e limitações, a maneira mais eficiente de estudar, compare seus resultados e adapte-a de acordo com o seu desenvolvimento, a cada série, em cada estágio. Aprenda a fazer (ou a ter) seu próprio estilo!
Algumas dicas:
1°) Não estudar na véspera. Todos estão cansados de saber. O que não consideram é que a aula, a explicação do professor, a interação com outros alunos no espaço da sala (ouvindo a dúvida do amigo, por exemplo) também é “estudar”. Se o aluno prestar atenção estará automaticamente se preparando para a avaliação.
2°) “Decorar” os textos/resumos da apostila ou anotações de aula é o caminho mais curto para ir mal. O aluno precisa entender o processo, o que liga um fato a outro, como seus efeitos desencadeiam uma série de outros que criam uma determinada conjuntura.
3°) Estudar “falando” é um jeito bem legal: você deixa mais claro o raciocínio, é obrigado a se concentrar e, ainda, se tiver um interlocutor pode ser avaliado na hora (reunir-se em grupo para estudar funciona, desde que não seja feito em cima da hora).
4°) Escrever é outra etapa importantíssima. Muitas vezes o aluno saberia fazer uma avaliação oral, mas não consegue colocar no papel. Tudo é treino:
a) ler mais: texto e questões. Uma das queixas constantes é não entender o que questão estava pedindo. Só entende quem treina a leitura e a interpretação.
b) escrever sempre: anotar as aulas, treinar com as questões dissertativas da apostila, escrever o que entendeu da aula no momento de estudar para a prova.
c) só ler a apostila adianta muito pouco, treine a escrita.
5°) Estudar é trabalho. Pode ser gostoso aprender algo, mas com certeza dá trabalho, não é lúdico, não se faz brincando, assistindo televisão, jogando games. Agora, o resultado dá prazer. É legal saber que você é capaz de analisar, relacionar, comparar, transpor. Isto qualifica o indivíduo, faz de cada aluno um cidadão com capacidade para entender o seu mundo e, quem sabe, melhorá-lo. Mas, esta excelência não cai do céu.
6°) O aluno deve entender que vivemos também num mundo competitivo. Não foi o professor que inventou o exame vestibular, ele existe, é concreto. Se quisermos concorrer com o mínimo de chances às melhores vagas, o esforço tem que ser muito, muito, muito, muito maior.
Em um primeiro momento, o objetivo da aula é proporcionar ao aluno o conhecimento do seu espaço escolar e o espaço onde mora, para que seja possível entender toda a dinâmica que existe por detrás da organização física.
Através desta aula será possível, para o aluno, conhecer a dinâmica intrínseca do seu ambiente escolar, e assim interagir melhor com ele. Sendo, futuramente, capaz de transpô-lo para o desenho e maquete, mostrando suas perspectivas. A construção da maquete permite trabalhar de forma visível e acessível os pontos de vista, perspectiva e projeção. De maneira simples, é possível que o aluno materialize seu espaço em um tamanho reduzido, aplicando então vários conceitos da temática geográfica.
Cada imagem e idéia sobre o mundo são compostas, portanto, de experiência pessoal, aprendizado, imaginação e memória. Os lugares em que vivemos, aqueles que visitamos e percorremos, os mundos sobre os quais lemos e vemos em trabalhos de arte, e os domínios da imaginação e da fantasia contribuem para as nossas imagens da natureza, de tudo o que o homem constrói e dele próprio.
Antes de construir a maquete, é necessário que ele desfrute seu ambiente e o vivencie de todas as formas possíveis, descobrindo outros trajetos diferentes, possíveis, ou até então, não valorizados. Assim, o passeio pela própria escola proporcionará tudo isso e será um recurso inicial e adicional para a construção da sua maquete.
A Escola é um dos espaços cotidianos que a criança mais participa, partindo desse pressuposto é muito relevante o processo de auto-conhecimento da sua própria escola, de como é organizada, desenvolvida, suas funções e atividades recorrentes. Assim, neste trabalho inicial, ela será o ponto de partida para possibilitar que o aluno conheça e reflita, posteriormente, sobre o mundo global, e sobre toda a universalidade que o rodeia, além das fronteiras escolares.
PASSOS DO PLANEJAMENTO
1º MOMEMTO – Discussão, explicação, dúvidas.
2º MOMENTO – Pesquisa no UCA INDIVIDUAL.
3º MOMENTO – Construção da Maquete com a utilização de materiais recicláveis. Orientações no Contra turno.
Ser patriota é servir à pátria pelo bem dela. Os governantes costumam exaltar o patriotismo na guerra justamente para que o país não perca.
Adaptando ao Brasil, ser patriota deveria ser trabalhar o máximo possível para transformar este país em uma potência mundial, que potencial tem, mas infelizmente o povo não é patriota, só sabe reclamar das coisas, botar a culpa nos outros. QUE PAÍS QUEREMOS SENÃO LUTAMOS POR ELE? Vamos todos juntos ser patriota mudando nossas atitudes para dar bons exemplos aos nossos pequenos para que hoje e no futuro tenham orgulho de nós.
No dia 22 de agosto de 1846 a palavra folclore foi lançada na Inglaterra pelo arqueólogo William J. Thomas, que mandou uma carta revista “THE ATHENEUM”, de Londres, com objetivo de pedir apoio para um levantamento de dados, sobre usos, tradições, lendas baladas regionais daquele país. Como a carta foi publicada em 22 de agosto, convencionou-se ser o dia internacional do folclore.
Folclore é um conjunto de tradições, conhecimentos populares, lendas, músicas, adivinhações, provérbios – saber do povo transmitido de pai para filho.
Saber popular é aquele que atravessa o tempo pela comunicação, contado por gerações após gerações.
No Brasil as fontes do folclore são 3 correntes étnicas que contribuíram para sua formação: o português, o indígena e o negro. No folclore é necessário o trabalho coletivo. Sem ela nada se torna folclórico. Essa aceitação faz que o autor fique anônimo e a obra passe a ser patrimônio de todos.
Trabalho realizado nas seguintes turmas: 6º ANO, 7º ANO "A", 7º ANO "B", 8º ANO e 9º ANO sob orientação da Professora Silmara Porfírio Veiga – Período Matutino – História/Goegrafia.